Nossa língua “mátria” sofre atualizações incessantes. O que era falado e escrito há uma dezena de anos, para

            muitos hoje não fará o mínimo sentido. O mesmo se aplica ao Iorubá.

 

                    O Candomblé sempre teve como essência a transmissão de conhecimentos - Axé - de forma oral.  E certamente

                    em três ou quatro séculos muito foi perdido e modificado. Afinal quem conta um conto . . .

 

                    Exemplificando, um simples acento muda todo o contexto de uma frase. Do grave ao agudo, muito pode acontecer. 

                    De trocar um algarismo pelo nome de um Orixá.