Existe uma máxima que diz: “o papel aceita tudo”. E os cultos de origem africana não escaparam.

 

Publicações são lançadas de forma inescrupulosa, totalmente sem qualquer critério. Sem compromisso com a

seriedade e a verdade.

 

Temos que questionar tudo, procurar entender e não aceitar comodamente o que o papel apresenta.

 

Para falar de Axé tem que ter recebido Axé. Não pode se dar o que não tem.