O nascer, principalmente crescer e evoluir dentro de um grupo é algo comum da natureza humana, mas os parâmetros

de limites têm que ser bem observados e respeitados.

 

O Candomblé não destoa da vida comum. Temos que entender o que fazemos e no momento certo.

 

Não há como ludibriar a natureza. Há o dia e há a noite. Ambos com suas belezas e encantos, não deixando, ambos, de

serem menos perigosos por causa disso.

 

A vaidade desmedida não é um bom caminho a ser seguido em local nenhum, principalmente dentro do Candomblé.